Raro ‘monstro’ do fundo do mar surge em praia da Califórnia; veja FOTOS

Animal, conhecido nos EUA como peixe-futebol do Pacífico, foi flagrado no fim de semana; Pesquisadores foram alertados, mas quando chegaram ao local, o peixe já havia desaparecido.

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Peixe 'Himantolophus sagamius', conhecido nos EUA como peixe-futebol do Pacífico, foi flagrado em praia de San Diego em 20 de novembro de 2021 — Foto: Reprodução/Jay Beiler

Um peixe bastante raro, facilmente confundido com um “monstro” do fundo do mar, foi registrado em uma praia da Califórnia, nos Estados Unidos, durante o fim de semana.

O Himantolophus sagamius, conhecido nos EUA como peixe-futebol do Pacífico, foi fotografado em San Diego no sábado (20). As imagens foram divulgadas na terça-feira (23) pela imprensa local.

ay Beiler, que encontrou o animal, enviou as imagens para a emissora NBC dias depois do registro. Os pesquisadores foram alertados, mas quando chegaram ao local, o peixe já havia desaparecido.

Ben Frabel, zoologista especializado em peixes do Instituto Oceanográfico Scripps, disse em uma rede social que este era “um registro de grande valor”, mas lamentou a demora para avisar a descoberta.

Peixe-futebol do Pacífico encontrado em praia dos EUA em 20 de novembro de 2021 — Foto: Reprodução/Jay Beiler

“Infelizmente, ninguém coletou [o peixe], ou alertou as autoridades, então quando chegamos ele já havia sumido”, escreveu Frabel.

O Himantolophus sagamius é um peixe da ordem dos Lophiiformes – peixes ósseos, carnívoros e que ocupam principalmente as áreas mais profundas dos oceanos.

O peixe-futebol do Pacífico é normalmente encontrado nadando a uma profundidade de 300 a 1,200 metros abaixo do nível do mar.

Espécime de ‘Himantolophus sagamius’ é flagrada em praia dos EUA em 20 de novembro de 2021 — Foto: Reprodução/Jay Beiler

Além dos dentes assustadores, o peixe-futebol também tem “espinhos” na lateral do corpo, o que o protege de predadores.

Frabel afirmou que não é possível dizer, com certeza, como o animal foi parar na praia de San Diego, mas disse que a topografia da região pode ter facilitado o encontro.

O animal vive em “desfiladeiros” do fundo do mar que recebem sedimentos constantemente, o que acaba “empurrando” o animal para cima, e ele pode se perder na margem.

Com Informação: g1

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