Vacinação: Após Casagrande, agora é a vez do governo federal priorizar professores

O presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, Bruno Lamas, comemorou a decisão do governo federal

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Deputados Majesky, Coronel Quintino, o presidente Bruno Lamas, e Luiz Durão da Comissão de Educação da AL.

O presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa e aliado do governador Renato Casagrande (PSB), deputado Bruno Lamas (do mesmo partido), comemorou a decisão do governo federal de incluir os trabalhadores de ensino (professores, coordenadores, pedagogos, serventes e auxiliares de secretaria, dentre outros) no grupo prioritário de vacinação.

“Aqui no Espírito Santo, fruto do nosso trabalho e articulação, o governo do Estado já havia decidido neste sentido, conforme divulgamos durante a audiência pública realizada pela Comissão de Educação, feita a pedido dos diretores do Sindiupes, na última segunda-feira (1º)”, frisou Bruno, que também é autor de projeto de lei neste sentido.

Para Bruno, a vacinação dos profissionais é essencial para garantir uma volta às aulas presenciais com mais tranquilidade nas escolas.

Em documento encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente Jair Bolsonaro aponta os trabalhadores do ensino na lista de serviços essenciais e que vão fazer parte do grupo prioritário da vacinação contra a Covid-19 no País, cuja imunização deverá ocorrer ainda neste mês.

Em Nota Informativa, a Secretaria de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, disse entender que o ambiente das escolas e das universidades são potenciais na exposição à infecção por Covid.

Citou ainda que, “principalmente no ensino básico, esses profissionais possuem contato com muitos alunos simultaneamente, sendo de extrema relevância a vacinação dos trabalhadores da Educação” .

“Estamos lutando e vamos conseguir comprar 2 milhões de doses de vacinas com recursos próprios dos capixabas por meio do consórcio dos governadores com um laboratório russo e o aval do Supremo”, declarou Bruno.

O Ministério da Saúde alerta, no entanto, que a priorização dos professores não deve se dar em detrimento dos grupos de maior risco de agravar e morrer pela doença.

Atualmente, os profissionais da Educação estão inseridos na terceira etapa de vacinação, previstos para ser imunizados no quarto mês após a liberação da vacina. O Ministério da Saúde coloca a categoria após idosos, profissionais de saúde, indígenas e pessoas com doenças crônicas.

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