Projeto de lei quer incluir agentes funerários na lista de prioridades da vacina contra a COVID-19

Para ter direito a prioridade de vacinação, os trabalhadores precisam comprovar vinculo empregatício de, no mínimo, 60 dias.

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FOTO: Divulgação

O mundo enfrenta o maior desafio sanitário deste século e um dos maiores da história humana: a pandemia da COVID-19. Diariamente milhares de pessoas perdem a vida por conta da doença. Diante desse cenário surgiu a necessidade de proteger conjuntos de profissionais que estão envolvidos em ações de enfrentamento à epidemia  como médicos e outros profissionais da área de saúde. O grande número de mortes coloca também como prioridade a vacinação para os profissionais da cadeia funerária.

“Com o início da vacinação surgiu a necessidade de proteger esses profissionais que convivem diariamente com o medo do contágio. Eles estão extremamente expostos ao contágio pelo vírus, ainda que sigam todos os protocolos de prevenção adotados.  Em diversos países, os profissionais desse setor foram priorizados na vacinação contra o H1N1 e agora, seguirão no mesmo sentido”, justificou a deputada Janete de Sá (foto), autora do projeto.

Para ter direito a prioridade de vacinação, os trabalhadores precisam comprovar vinculo empregatício de, no mínimo, 60 dias. O projeto de lei engloba coveiros, atendentes, motoristas, auxiliares e demais trabalhadores de serviços funerários e de autópsias.

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