SÃO MATEUS: Meia Bombom luta contra câncer no estômago e comove amigos 

Uma conta foi aberta no Banco do Brasil para depósito como forma de ajudar a custear as despesas de Bombom no hospital paulista. A conta é em nome de Caroline T. Santos, agência 0222-4 e conta 41.956-7

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Doença de Bombom mobiliza os amigos

Dorielson Meirelles, mais conhecido como Bombom, que já driblou adversários em campo, agora está tentando driblar um câncer no estômago e, sua doença, está comovendo os amigos que se juntam para arrecadar dinheiro para o seu tratamento. Bombom está internado em um hospital de São Paulo, confiante em conquistar mais uma vitória na vida.

O meia, de 31 anos, natural de São Mateus, e Bicampeão capixaba pelo Pitbull, campeão da Supercopa dos Campeões Capixabas pelo Aracruz, integrante da seleção do Capixabão de 2013 e com vários golaços marcados na carreira, está participando atualmente da disputa mais importante: a vida.

Bombom foi diagnosticado com um câncer no estômago na última semana e já se encontra em São Paulo para iniciar o tratamento oncológico. Após exames de imagem, foi encontrado um tumor maligno no jogador, que aguarda novos exames para saber os próximos passos da intervenção terapêutica, que pode ser quimioterapia, radioterapia ou até mesmo um procedimento cirúrgico.

Confiante em conquistar mais uma vitória, Bombom está internado no Hospital Heliópolis, na capital paulista, e revela os sintomas que o motivaram a buscar tratamento médico, e a posterior descoberta da doença. “Eu estava com muitas dores no estômago, não comia direito e vomitava. Tive uma perda de peso grande, perdi 15 kg em dois meses. Além disso, eu tinha um cansaço diário sem fazer esforço”.

Em 2019, Bombom disputou a Copa Espírito Santo pelo Pinheiros, onde fez seis jogos e marcou um gol. O atleta não sentiu nada enquanto esteve em campo, porém em dezembro começou a sentir as primeiras dores. Para se tratar em São Paulo, Bombom, que não tem plano de saúde, conta com a ajuda de amigos para custear os exames e procedimentos que não tiverem a cobertura do Sistema Único de Saúde (SUS).

“Foi muito rápido. Eu jogava e não sentia nada, mas em dezembro eu senti algumas dores, que eram suportáveis. Tomava remédios para dor no estômago e ficava de boa. Aí em janeiro comecei a sentir dores muito fortes, não estava conseguindo nem dormir e fui no médico. Contei com a ajuda da Dra. Priscilla Neves, que foi a pessoa chave para conseguir uma vaga aqui no Hospital Heliópolis.”

Imbuídos em ajudar, jogadores e amigos estão promovendo ações beneficentes para arrecadar dinheiro para o tratamento de Bombom. Um jogo vai acontecer no próximo sábado, dia 15, no Campinho do Cacique. No mesmo dia também será organizado um baile beneficente.

Também há uma conta para que possam ser feitas doações em prol do jogador. É no Banco do Brasil em nome de Caroline T. Santos: agência: 0222-4 e conta: 41.956-7.

 

 

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