“Fragmentos de óleo não dissolvem na água”, garante superintendente do Ibama

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REUTERS / Diego Nigro

Toneladas de pequenos fragmentos de óleo de petróleo tomam conta do litoral capixaba, desde 7 de novembro. O material tem sido recolhido por membros de um comitê de fiscalização que tem atuado na costa do norte do Espírito Santo e nas praias da Grande Vitória, onde o material já alcançou. De acordo com o superintendente do Ibama no Espírito Santo, Diego Libardi, o material não é oleoso e nem dissolve na água, o que facilita a limpeza. E, até mesmo, liberação das praias para os banhistas.

“Esse material não dissolve na água, então ele chega em placas pequenas que boiam na água e é feita a deposição na areia. Então a água não fica contaminada e está nas mesmas condições de uso”, explicou.

E alertou: “Acho que nós sempre devemos informar a população o seguinte: o que nós estamos recebendo aqui, no Espírito Santo, é uma quantidade muito pequeno do que o nordeste recebeu. O Estado está preparado, as forças armadas estão atuando junto com o municípios, sendo assim, estamos dando respostas rápidas e sempre que a população avistar alguma substância oleosa ou suspeita, não tocar, as equipes que vão fazer estão preparadas e estão com equipamento individuais de segurança suficientes. A orientação que a gente dá para não ter risco a saúde é não tocar e ligar para o 185, da Defesa Civil, ao encontrar”.

Em entrevista na última semana, quando o material não tinha previsão de chegar na Grande Vitória, e ainda havia a expectativa de que as marés levassem os fragmentos para alto mar, Libardi destacou os cuidados que a população precisa ter e rechaçou a possibilidade de que o problema ambiental vivido pelo Brasil desde 30 de agosto ser resultado da liberação de licenças ambientais, com nova política do Governo Jair Bolsonaro.

Com Informações: ESHoje

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