Com doença degenerativa, General Villas Bôas defende maconha medicinal

Assessor do governo Bolsonaro disse que enfrenta a depressão e corre o risco de perder a fala

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General Villas Bôas (Foto: Reprodução / SBT)

O general Eduardo Villas Bôas, ex-comandante do exército, atual assessor especial do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência, confirmou em entrevista exclusiva ao SBT que vai usar aparelho com tecnologia de comunicação pelo olhar.

Desde 2016, o general enfrenta uma doença neuromotora degenerativa que ataca os músculos e o fez perder os movimentos de forma acelerada. Sob o risco de perder a fala, Villas Bôas já pratica outras formas de se comunicar através de novas tecnologias, como aparelhos hand-free – que permite mover e clicar o mouse com a boca. O general também se adaptou a outros dois produtos, que utilizam os movimentos da boca e dos olhos para receber comandos.

A superação de obstáculos da doença neuromotora fizeram com que o general Villas Bôas decidisse abrir um instituto com ajuda da filha para divulgar, promover e auxiliar pessoas com doenças degenerativas a terem acesso à novas tecnologias.

O general defende, inclusive, a legalização do canabidiol – medicamento à base de maconha – para efeito medicinal, e vê como uma hipocrisia social a dificuldade para obter o medicamento no Brasil.

Respeitado por militares, pela sociedade civil e classe jurídica, Villas Bôas fala abertamente sobre as consequências da depressão, doença que o assola desde 2001. E comenta que, hoje, está muito bem.

Com Informações: Tribuna On Line

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