Concessão do Aeroporto de Vitória beneficiará Plano de Aviação Regional

48

Com o leilão da concessão do Aeroporto de Vitória, em conjunto com o Aeroporto de Macaé (RJ), a aviação no Espírito Santo vai alçar voos mais altos. Além das melhorias previstas para a internacionalização do principal aeroporto capixaba, estão previstos investimentos do Governo Federal para a viabilização do Plano de Aviação Regional. O foco é a ampliação do Aeroporto de Linhares, com previsão de entrega até o final deste ano, e as adequações necessárias no Aeroporto de Cachoeiro de Itapemirim, que aguarda a proposta de projeto.

O deputado federal Evair de Melo (PP-ES), que em janeiro se reuniu com a Secretaria de Aviação Civil, vem atuando fortemente para garantir a execução do Plano de Aviação Regional. Em suas redes sociais, o parlamentar comentou sobre o arremate do Bloco Sudeste por parte da Zurich Airport Latin America Ltda. pelo valor de R$ 437 milhões, 830% superior ao lance mínimo. “Foi um sucesso absoluto. Nós trabalhamos muito para que tivéssemos um aeroporto novo e sempre acreditamos que seria possível fazer a concessão do nosso aeroporto para o setor privado e para uma das maiores operadoras aeroportuárias do mundo. Agora vamos trabalhar para que as modernizações também cheguem na aviação regional, promovendo infraestrutura logística cada vez mais adequada aos capixabas”.

Evair reafirma que a privatização em conjunto com o Aeroporto de Macaé traz uma série de benefícios, como o diálogo direto com setores estratégicos da economia, como o de Petróleo e Gás, e o aumento da arrecadação da Prefeitura de Vitória com a cobrança do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) e do IPTU. “Essa concessão é uma grande conquista para todos os capixabas, pois é garantia de aumento nas possibilidades de investimentos e geração de empregos para o nosso povo”, completou.

De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil, atualmente são 3,3 milhões de passageiros por ano que utilizam os dois terminais do Bloco Sudeste e a previsão para 2049 é de alcançar o número de 8,2 milhões passageiros por ano. Nos primeiros 18 meses de contrato, a empresa deverá garantir a padronização do atendimento do nível de serviço de acordo com as recomendações da Associação Internacional de Transportes Aéreos (Iata), além do percentual mínimo de processamento de passageiros em pontes de embarque (65% em voos domésticos e 95% para voos internacionais).

DA REDAÇÃO DO JORNAL A ILHA
Comentários Facebook