COMUNIDADE DO RIO MARIRICU

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Nesta comunidade, bem próxima à ponte, localizada à Rodovia Othovarino Duarte Santos, Guriri, São Mateus – ES, existem 05 comerciantes assustados, amedrontados e chocados com o acontecimento do último dia 24.11.2017, ocorrido às 20 horas e 50 minutos.

O colega comerciante Ademir Conchavo Fantecelle, dono do supermercado Santa Maria, já assaltado em seu estabelecimento e em sua residência por 12 vezes, encontra-se todo machucado na parte da frente e trás da cabeça, com hematomas nas pernas, nariz quase quebrado pela coronhada que levou do assaltante, com revólver 38 de cano longo.

Dois assaltantes, um aparentando 20 anos, moreno claro; o outro de uns 30, também moreno claro, mais forte e mais alto, de boné e máscara nos olhos, aguardavam-no, na espreita, no pé da escada.  O comerciante que tem seu supermercado em frente à sua casa e é vizinho da loja de ração, reagiu ao assalto e saíram rolando, os três, escada abaixo.  Um dos assaltantes gritou: “Não quero nada com você!  Quero seu filho!”   Ele retrucou: “Que filho? Não tenho filho!”  Os assaltantes bateram na pessoa errada.  Por não estarem familiarizados, confundiram o pai do dono da casa de ração com o comerciante em frente, que também é forte e careca, mais ou menos o mesmo biotipo.

O comerciante agredido já prestou queixa.  Vieram 03 viaturas policiais na mesma hora.

A casa de ração possui câmeras e alarmes por toda a sua propriedade, inclusive no interior da loja.  Se algo acontecer, os algozes serão identificados.

Vivemos num mundo onde quem consegue se sobressair e ter sucesso à custa de seu trabalho árduo, é o mais visado pelos indolentes.

A comunidade anseia, pede socorro e conclama a patrulha comunitária da polícia militar, a se fazer mais presente, impor a ordem, o respeito, a segurança num trabalho preventivo que afugente esses tipos de primatas que aterrorizam o local.

Impossibilitados de nos defender, pois a lei não nos permite o porte de arma, os comerciantes além de lidar com seu trabalho e seus compromissos financeiros, tem que lidar ainda com esse tipo de situação.

Policiais militares não se esqueçam:  Estamos indefesos, impotentes, reféns de uma crise política, econômica e social.  Somente o exercício do trabalho de vocês, trará a tranquilidade para esta comunidade assustada e violentamente abusada por delinquentes.

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